E se o escritor do futuro não desaparecer — apenas mudar de lugar?
Em O Escritor do Futuro, Antonio Ricardo Nahas, Ph.D. investiga uma das questões mais provocadoras de nossa época: o que acontece com a autoria quando a inteligência artificial também é capaz de escrever?
À medida que produzir textos se torna mais rápido e acessível, o verdadeiro valor do autor migra para territórios mais profundos: visão, imaginação, arquitetura conceitual, julgamento, seleção, integração, criatividade e responsabilidade. Surge então uma nova figura: o escritor-diretor, que não apenas produz palavras, mas conduz ideias, estabelece relações inesperadas, recusa caminhos fáceis e imprime à obra sua assinatura mental.
Entre inteligência editorial profunda, espelho cognitivo, pensamento em interação e criatividade humana, este livro ultrapassa a discussão simplista entre “homem versus máquina” para perguntar algo muito maior: o que podemos nos tornar quando uma inteligência artificial pensa conosco?
Não é um livro sobre o fim dos escritores. É sobre sua transformação.
O escritor não desaparece. Ele sobe um andar.
| Número de páginas | 151 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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