o autor nos conduz por uma jornada que atravessa a barreira do tempo para expor a medula óssea de uma nação construída sobre o silenciamento sistemático.
O conceito central aqui explorado é o da "Arquitetura da Invisibilidade". Através de uma pesquisa rigorosa que transita pela Biofísica, Etnobotânica, Linguística e Direito Imperial, o texto demonstra que o porão não é apenas um espaço físico — seja ele o bojo de um palhabote de Sirinhaém ou o subsolo técnico de um arranha-céu contemporâneo — mas sim uma categoria política. O "porão" é o local geográfico e psíquico para onde o Estado brasileiro exila tudo aquilo que não deseja integrar: o corpo negro, a cultura ancestral e a verdade histórica.
| Número de páginas | 30 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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