Leitor,
este livro não é um abrigo nem um espelho é um chamado. Um chamado para que você ouse olhar para dentro, não como quem busca respostas, mas como quem aceita o abismo de todas as perguntas. Aqui, você não encontrará um caminho pronto. Não há bússolas confiáveis no território do Ser. Mas há sinais — versos que tremem, imagens que provocam, palavras que se desdobram em silêncio. Cada poema que você ler é uma fresta aberta para o infinito que vive em você, mesmo quando negado, esquecido ou temido. O que pulsa nestas páginas não é o autor é a tentativa de nomear o indizível, de tocar o que escapa sempre que tentamos aprisionar com lógica. Mas atenção: ler este livro pode ser perigoso. Ele não quer entreter. Quer desconstruir. Quer levar você até o ponto onde tudo o que você pensa ser
desmorona, para, quem sabe, você encontrar o que sempre foi. Se você se permitir,
cada palavra pode ser um portal. E cada silêncio, uma ponte. Não leia com pressa. Não leia como quem consome. Leia como quem retorna a si mesmo. E quando algo dentro de você estremecer, não fuja. É o Infinito te reconhecendo.
Com presença,
Poeta das Sombras
Ser enigmático que cruza as linhas do tempo.
| Número de páginas | 21 |
| Edição | 1 (2026) |
| Idioma | Português |
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