Entre os grandes nomes da filosofia universal — Sócrates, Platão, Aristóteles, Agostinho, Kant, Nietzsche, Kierkegaard — nenhum ousou tocar os abismos da alma humana com a mesma intensidade que um carpinteiro da Galileia. Chamado por uns de profeta, por outros de mestre, e por milhões de fiéis de Salvador, Jesus de Nazaré permanece como um enigma que resiste ao tempo, desafiando não apenas a teologia, mas também a filosofia, a psicologia e a própria história. Definir Jesus como o maior filósofo de todos os tempos não é um ato de redução, mas de reconhecimento. Pois, se filosofia significa amor à sabedoria, em ninguém esse amor brilhou com mais força do que Nele. Ele não escreveu tratados, não fundou uma escola acadêmica, não construiu sistemas conceituais. E, no entanto, suas palavras, pronunciadas nas praças e montanhas da Palestina, ecoam como os pensamentos mais revolucionários da história do pensamento humano. Enquanto Sócrates ensinava a duvidar, Jesus ensinava a transcender. Enquanto Aristóteles organizava a razão, Jesus libertava o coração. Enquanto Nietzsche proclamava a morte de Deus, Jesus ousava proclamar a vitória da vida sobre a morte.
Seu método não era o da dialética, nem da demonstração lógica, mas o da parábola — metáforas singelas.
| Número de páginas | 87 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | 16x23 (160x230) |
| Acabamento | Espiral c/ acetato |
| Tipo de papel | Couche 115g |
| Idioma | Português |
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