O mar que aprendeu a não temer o vento — que me trouxe você é um livro sobre o instante em que alguém, depois de tantas tempestades, percebe que ainda é capaz de sentir sem abandonar a si mesma.
Entre marés, distâncias, silêncios, escolhas e presenças, os textos acompanham o nascimento de um vínculo que não surge como salvação, mas como encontro. Um encontro construído em conversas, pequenos cuidados, ausências percebidas, gestos discretos e na coragem de permanecer mesmo quando a vida continua ventando forte.
Ao longo da obra, o mar se torna corpo, memória, medo e movimento. O vento, antes associado ao caos, passa a representar também mudança, travessia e possibilidade. Este é um livro sobre amar com consciência, reconhecer a própria profundidade e compreender que algumas pessoas não chegam para nos completar, mas para alterar a direção das nossas águas.
Uma obra de poesia e prosa poética sobre presença, distância, escolha, afeto e tudo aquilo que continua vivo mesmo quando não pode ser tocado.
Uma versão mais curta, caso o campo tenha limite:
O mar que aprendeu a não temer o vento — que me trouxe você reúne poemas e prosas poéticas sobre o nascimento de um vínculo em meio a distâncias, medos, escolhas e ventanias pessoais. Sem transformar o amor em salvação, a obra fala sobre presença, cuidado, memória e a coragem de sentir sem deixar de pertencer a si mesma.
| Número de páginas | 27 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Capa dura |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Couche 150g |
| Idioma | Português |
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