Se havia confusão no sertão, Pedro estava no meio. Entre um mergulho no rio e uma espiada nas moças que carregavam potes de água na cabeça, o menino não perdia a chance de armar uma travessura. Para ele e seus comparsas, o badoque não era uma ferramenta de perigo, mas o ingresso para a diversão mais engraçada — e proibida — do povoado.
Entre o céu azul do Ceará e a temida cinta de couro do seu João, acompanhamos o despertar de um garoto que precisou descobrir, da forma mais dolorosa, que nem toda brincadeira termina em risada. Uma história sobre travessuras de ontem e as lições que ficam para sempre, contada com o sabor da memória de quem viveu para contar.
| Número de páginas | 18 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | Quadrado (200x200) |
| Acabamento | Brochura s/ orelha |
| Coloração | Colorido |
| Tipo de papel | Couche 90g |
| Idioma | Português |
Tem algo a reclamar sobre este livro? Envie um email para atendimento@clubedeautores.com.br
Faça o login deixe o seu comentário sobre o livro.