"O RAPTO DA VOVÓ GINETE -- Jojó contra Gancho" assume-se como uma sátira rocambolesca que deambula de forma veloz, feroz e invariavelmente inesperada entre um humor cáustico com episódios absurdos e fantasiosos e a crítica social, e até política, mais, ou menos, subliminar, mas quase sempre presente.
“O diabo foi quando abriu uma escola de karaté mesmo ali à beirinha de tal forma que aquando da primeira lição o Mestre quis exemplificar como com apenas a esquina da mão quebrava um barrote de madeira todo o bairro caiu como um castelo de cartas pois aquilo não era barrote nenhum mas sim a perna da velha Inácia que sustentava a parede do quarto da Clarice que por sua vez apoiava linearmente um dos Antunes que se revezavam na sustentação braçal do telhado mais da mesa de sala de jantar dos Cordelinhos e as paredes da pensão que por sua vez sustentavam mais uma data de casas de família”. A fatídica descrição foi interrompida pela Vovó Ginete um tanto incomodada com o mau cheiro que vinha do bairro do Garino – “estes lanches não são reuniões políticas ou coisas que se pareça! Estamos aqui para nos animarmos e não para lamentar a desgraça dos que não triunfam na vida! Vamos todos jogar Solo-Solo!”.
| Número de páginas | 100 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | 16x23 (160x230) |
| Acabamento | Brochura s/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 75g |
| Idioma | Português |
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