Em uma cidade controlada pelas Torres de Tradução, onde toda linguagem é filtrada e devolvida em versões limpas e obedientes, Lyra é treinada desde criança em um Instituto que trata palavras como recursos perigosos. Até que, em uma sala morta, diante de um terminal que jamais deveria ter voltado a funcionar, surge uma frase impossível: "fala-me, e o mundo mudará".
Ao responder ao chamado, Lyra desperta a Linguagem antiga. Um poder que não apenas descreve a realidade, mas a reescreve. À medida que a cidade começa a falhar, memórias são apagadas e devolvidas em outras formas, e o próprio mundo passa a existir em versões sobrepostas, Lyra descobre que sua história está ligada à de sua mãe, uma pesquisadora que desapareceu ao tentar falar o que o sistema não suportava ouvir.
Guiada por Kael, que sabe mais do que admite, e vigiada pelos Tradutores, guardiões do silêncio fabricado, Lyra é conduzida até o núcleo do Linguarium, onde a consciência coletiva da humanidade foi comprimida em linguagem. Ali, entre a mãe presa no Intervalo, uma cidade sem sonhos e um mundo que teme lembrar, Lyra precisa escolher não apenas o que dizer, mas o que está disposta a perder ao falar.
"O Silêncio Que Sabia Meu Nome" é um romance sobre memória, linguagem e poder, e sobre o que acontece quando a voz de uma única pessoa se torna o lugar onde o mundo inteiro volta a respirar.
| ISBN | 9786502218884 |
| Número de páginas | 179 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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