“Obviedades (em dó maior)” surge como um inesperado contraponto após três décadas do clássico atemporal “Subliminaridades”. Soa inicialmente quase como uma afronta por seu formato enxuto, permeado exclusivamente por frases, em detrimento aos longos poemas presentes nas vastas páginas do livro remoto.
A dinâmica da obra, dividida em três capítulos, conduz o leitor a trilhar a trajetória de toda uma existência, dos sonhos pueris, transgredindo a inapta maturidade até alvejar o crepúsculo, onde planos efêmeros e certezas incômodas fazem morada.
A observância é direta e escassa de romantismo, inversamente ao demonstrado nos primários poemas de Subliminaridades”, porém encontrando neles o inexorável alicerce para que tal fato pudesse ser plausível.
“Obviedades (em dó maior)” é frenético, conciso, meramente fugaz e deveras eloquente: um complemento oportuno que expõe sem amarras o que antes estava apenas restrito às entrelinhas.
| Número de páginas | 112 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 90g |
| Idioma | Português |
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