Os Canhões da Barranca inscreve-se no gênero da literatura histórica e épica ao reconstruir a invasão pirata de uma vila isolada do século XIX, no litoral do Paraná. O que começa como um ataque corsário revela-se uma trama de ambições, fé e destino: enviados pelo Marquês da Espanha, com o auxílio do nobre vilão Visconde de Arapira, os forasteiros chegam à caça de uma imagem da Virgem Imaculada escondida em águas próximas à Ilha das Cobras, capitaneados por Hernandez Suarez de Lavalleja — pirata ardiloso, conhecido e temido.
Na Ilha do Mel, vive a família alemã Mehl. É ali que o almirante Hermano Mehl se ergue como um dos adversários mais ferrenhos do Capitão Hernandez, enquanto Helga Mehl, a filha mais velha, encontra um destino inesperado ao cruzar o caminho do pirata mais temido dos mares. Padre Miguel, jesuíta vindo da Espanha, amigo da família Mehl, e a enigmática Bruxa Norá compõem o núcleo espiritual da narrativa.
Entre jornalistas, republicanos e abolicionistas, poetas, anti-heróis e heróis improváveis, a Vila do Rosário torna-se palco de uma jornada marcada por espadas, pólvora e escolhas irreversíveis — uma espiral de acontecimentos que desemboca na Barranca. Mas este romance não se limita a relatar confrontos: ele percorre consciências, revela afetos interrompidos e inaugura destinos.
| ISBN | 978-65-266-6599-2 |
| Número de páginas | 698 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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