"Será que, mesmo tendo essa cara de santa e um espírito rebelde, o meu coração de puta me joga numa situação de impostora no feminismo que eu milito? Como posso prestar devoção a Lilith e gostar de estar por baixo de um homem, penetrada, submetida e submissa? Por que sinto que devo combater o que me dá prazer? Meço o meu controle sobre um homem pela intensidade do desejo dele por mim. Quanto mais visceral é esse homem ao possuir-me, mais sinto que tenho controle sobre ele." (Alice)
"Os Espelhos de Alice" é uma exposição visceral sobre corpo, desejo e poder. Entre erotismo e sessões de análise Alice escreve a partir da contradição. Um livro que recusa a moral do patriarcado e transforma a experiência íntima em confronto existencial, político e social.
Alice decide publicar um livro de autoficção. Intelectual, progressista e profundamente tântrica, ela move-se entre o rigor do consultório psicanalítico e a pulsão selvagem de uma feiticeira. Ela é a mulher que morde o fruto do conhecimento e não teme o sumo que escorre como mel lascivo por sua pele.
"Escrevi como se estivesse de olhos fechados, desperta e atenta aos meus sentidos, trazendo o meu cotidiano, meu corpo físico, meus movimentos fluidos, molhados e suaves. Escrevi sobre corpos que rezam dançando, meditando e gozando, explorando todos os sentidos com presença e vulnerabilidade." (Alice)
Ela é a prova de que a maior transgressão de uma mulher não é apenas o seu corpo orgástico, mas o autoconhecimento que a empodera.
| ISBN | 9786501899312 |
| Número de páginas | 320 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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