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Pálidos Poemas
Categorias
Literatura Nacional, Poesia
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Sinopse

Pálidos Poemas o autor vocifera temas poéticos como o amor, a morte, a vertigem, o escárnio, sempre buscando cada signo poético de forma lúcida e em versos livres, pensando na linguagem como forma de razão, devaneio e sentimento. Em suma, o livro trata-se de um apanhado de poemas eróticos, satíricos, burlescos e reflexivos, qual o autor reuniu e nos deixou para a profundidade de cada íntima leitura.

Características
Número de páginas 86
Edição 1 (2016)
Formato A5 (148x210)
Acabamento Brochura c/ orelha
Tipo de papel Offset 75g
Fale com o autor
Filipe Didot

Wagner Alves Nascimento da Rosa, autor Pálidos Poemas é de Santa Maria da Boca do Monte, uma cidade do interior do Rio Grande do Sul. O autor assina sobre os heterônimos de Filipe Didot e Alves Rosa. Wagner começou escrever desde cedo por intuição ou predestinação. Ingressou no curso de Letras do Centro Universitário Franciscano, qual abandonou, pois ingressou mais tarde na Universidade Federal de Santa Maria. Teve desde que ingressou no mundo literário uma peça de teatro apresentada por alunas da Universidade Federal de Santa Maria. Entre obras suas, destaca-se as poesias A Lira do Amor, Balada Erótica e Tempos Tropicais. Teve as primeiras poesias publicadas em um jornal local chamado Diário de Santa Maria, e seu primeiro livro de poesias publicado mais tarde na editora Bookess e Clube de Autores. O autor morou no Rio de Janeiro. Lugar onde ficou um curto tempo, mas onde conheceu a Lapa. Quando afirma que ali a epifania da poesia lhe despertara. Morou mais precisamente na cidade de Barra de São João, mesma cidade em que morou o também poeta Casimiro de Abreu. É, em poucas palavras, este jovem poeta, um nome novo para a nova literatura contemporânea.

Comentários
1 comentários
D'Ori Vergalhão
Sexta | 20.05.2016 às 09h05
Valeu, Filipe!