Existe um mundo que não aparece em nenhum mapa.
Não tem endereço fixo. Não tem foto emoldurada. Não tem data marcada em calendário que alguém de fora possa ver. Existe entre duas pessoas que aprenderam, devagar e com muito cuidado, a construir algo real dentro de um espaço que o mundo não havia previsto para elas.
Planeta 8 começa onde quase toda história de amor termina: no ordinário. Um telefonema de trabalho. Mensagens sobre relatórios atrasados. A rotina de dois colegas que, por muito tempo, fingem — um para o outro e para si mesmos — que é só isso.
Mas tem um "t❤️" mandado na madrugada de Natal que muda a direção de tudo.
O que se segue não é uma história de amor simples. É uma história de amor verdadeira — com o peso que verdadeira carrega. Tem escadas com portas emperradas, estacionamentos vazios antes do sol nascer, balas esquecidas de propósito no porta-copos do carro, velas de LED espalhadas num quarto preparado durante dias, e um beijo no pescoço numa quarta-feira comum que ficou guardado no corpo por semanas antes de ser dito em palavras.
Tem medo. Tem ciúme. Tem dois dias de silêncio que parecem duas vidas. Tem uma bolsa que foi comprada, guardada, e vendida sem nunca ter sido entregue. Tem um código de quatro dígitos que diz, sem precisar de explicação, é você aí, ainda é você?
E tem, em cada página, a tentativa honesta de um homem de entender o tamanho de algo que nunca coube numa única palavra
"Amar você é gostoso demais."
Aslan
| Número de páginas | 115 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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