"Isto aqui não é um pranto!"
Até onde a alma humana é capaz de descer quando a carne se torna uma prisão e a mente, um teatro de sombras? Em Poesia Condenada, o autor Carlos Conrado abre as cortinas de um universo lírico visceral, onde o gótico e o niilismo se encontram em um abraço definitivo.
Dividida entre o tormento da existência e o êxtase da libertação, esta obra convida o leitor a cruzar os bastidores da própria mente. Através de versos simétricos, densos e de uma sofisticação sombria, Conrado personifica os maiores abismos humanos: o diálogo íntimo e irreverente com a Morte, a rendição ao Tédio tóxico, as marcas de um amor erótico e destrutivo que ruiu, e o grito iconoclasta contra as convenções do mundo.
Aqui, o sangue salta em pânico, girassóis fenecem nas campinas e os espíritos clamam por uma liberdade que só existe além da matéria. Não se trata de um lamento fúnebre, mas sim de um manifesto de força bruta, lucidez e beleza trágica.
Poesia Condenada é um banquete poético indispensável para os amantes do ultrarromantismo, da literatura herética e das profundezas da alma humana.
| Número de páginas | 86 |
| Edição | 2 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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