Peça escrita em 1988, em São Paulo, em tempos de Guerra Fria, que se deixa entrever como pano de "Projeto Ângela". A ação se passa desde a tarde de um dia até o amanhecer do outro dia, uma mansão requintada, à beira de um promontório, paisagem indílica que serve de camuflagem às experiências macabras da Doutora Doris, especialista em armas bioológicas. Peça de inspiração gótica, com toques melodramáticos conferindo-lhe comicidade. Os temas relativos à disputa no mundo bipolar daquela década ecoam situações ainda muito presentes nesse quartel de século vinte e um, o que torna esta farsa, além de hilária, curlemente atual.
| Número de páginas | 67 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A4 (210x297) |
| Acabamento | Espiral c/ acetato |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 75g |
| Idioma | Português |
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