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ACEITO
Quando a Última Folha Seca Cair
Categorias
Entretenimento, Ficção, Aventura
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Sinopse

A escassez de água foi o motivo do início e do fim da Terceira Guerra Mundial. Bombas nucleares e atômicas não foram economizadas, cidades viraram desertos, muitos idiomas se extinguiram. Os locais que não foram atingidos pela guerra, foram destruídos por fenômenos meteorológicos.

Rafiki, um rapaz de dezessete anos, nascera na África poucos anos depois do final da Terceira Guerra. Não vira as famílias desgraçadas pela radiatividade de uma bomba, nunca pisou em um solo encoberto por cadáveres retalhados, enfim, ele nascera em um dos melhores anos da época.

Rafiki é um nômade sem nenhuma perspectiva de vida, que desde a morte de sua mãe, vaga acompanhado por Dhoruba, um cão convulso que costuma irritar os outros.

Em um dos abrigos que Rafiki passa a noite, ele conhece Daraja, um dos poucos homens que sonham. Sem intenção de convencê-lo , Daraja põe uma esperança em Rafiki, que acaba almejando o impossível.

O rapaz que passou seus dezessete anos de vida apenas esperando sua morte, agora deposita seus sonhos do outro lado do Atlântico.

Características
Número de páginas 121
Edição 2 (2015)
Formato A5 (148x210)
Acabamento Brochura c/ orelha
Coloração Preto e branco
Tipo de papel Offset 75g
Fale com o autor
Marjorie dos Anjos

Muitas pessoas têm verdadeiro pavor dessa pergunta, mas eu sei respondê-la perfeitamente.

Quem sou eu?

Bem...

Acho que a resposta dessa pergunta tem que começar la no meu avô materno. A primeira pessoa que criou em mim o gosto pelas letras, sejam elas de que forma estiverem. Em verso, em prosa, se botar uma melodia então...

O meu avô falava muito bem, escrevia ótimos textos e me incentivava a fazer o mesmo. E eu, que acreditava que ele era o homem mais inteligente do mundo, me espelhava nele. Um conto aqui, uma historinha ali. Comecei ainda na infância a escrever histórias. Nem sempre isso foi bom, a pessoa que tem uma mente que trabalha o tempo todo tendo ideias, pode passar pelos outros como uma pessoa distraída. E, durante muito tempo, fui a "cabecinha de borboleta", mas só até 2010, quando pude publicar o meu primeiro livo aos 18 anos, uma história que já tinha sido criada aos treze. Aí, pela primeira vez, me levaram a sério, e eu gostei disso. Entrei na faculdade e me destaquei pelos meus textos. Durante todo esse período, a minha imagem foi mudando perante as pessoas, fui deixando de ser conhecida como a "cabecinha de borboleta" para ser a "mente brilhante". Eu não mudei, sempre fui a mesma pessoa, o ponto de vista dos outros sobre mim é que mudou. Hoje, sou publicitária, escritora e poetiza. Ainda não fui longe e nem estou perto de chegar aonde pretendo. Segundo os meus cálculos, ainda faltam mais uns 10 livros que já estão na fila, e mais alguns projetos que por enquanto só estão no papel.

Por enquanto é só, em breve eu acrescento mais alguns capítulos na minha história.

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