Este livro não explica como o Estado deveria decidir.
Ele explica como o Estado de fato decide.
Longe das fórmulas fáceis, das críticas genéricas à burocracia ou das promessas de eficiência importadas do setor privado, a obra parte de uma constatação simples e incômoda: decisões públicas não são orientadas pelo melhor resultado possível, mas pelo menor risco pessoal e institucional suportável por quem decide.
A partir de experiências reais no interior da administração pública, o autor revela a lógica silenciosa que governa o poder público: a centralidade do risco, a personalização da responsabilidade, o peso do controle, a força da não-decisão, a ilusão do acesso e o papel determinante do tempo. O Estado, aqui, não aparece como vilão nem como solução automática, mas como um sistema de proteção que aprendeu a sobreviver evitando danos que não consegue reparar depois.
Ao longo dos capítulos, o leitor compreenderá por que projetos tecnicamente corretos fracassam, por que a eficiência costuma ceder espaço à segurança, por que a inovação institucional é rara e custosa, e por que o contrato não encerra o risco — apenas o autoriza. O livro também expõe como decisões são formadas fora do organograma, como relações institucionais se constroem e se rompem, e por que a confiança mínima é condição indispensável para qualquer escolha pública relevante.
Não se trata de um manual, nem de um livro de autoajuda administrativa. Não há receitas, atalhos ou promessas de sucesso. Trata-se de
| ISBN | 9798245782959 |
| Número de páginas | 116 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 90g |
| Idioma | Português |
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