“Serendipty” é um neologismo inglês, criado pelo Doutor Walpole para designar aquelas descobertas casuais, acidentais, como que predeterminadas pela sorte ou destino, caso prefira assim chamar. É uma palavra ainda não dicionarizada na Língua Portuguesa. Caso você seja um cético, isso não mudará nada. Elas continuarão acontecendo...você apenas não perceberá. Algumas são bem conhecidas pela população em geral, como a descoberta da penicilina, por Sir Alexander Flemming, em 1928. O que a maioria desconhece, porém, é que, no caso da descoberta do referido antibiótico, houve uma sucessão de “serendipidades”. Aliás, na vida desse laureado cientista, podemos perceber indiscutíveis “coincidências do destino”.
Um livro achado ao acaso, que lhe responde exatamente as questões que você precisava de respostas... um desconhecido que aparece, inesperadamente, com a solução que você buscava, no momento em que você não esperava... um lugar que você encontra enquanto procurava por outro – e descobre que sua descoberta foi, na verdade, melhor do que sua busca...
Nem todos as percebem, nem as valorizam. E o que posso dizer é: quanto mais você as percebe e as valoriza, mais delas aparecerão. Menos amarga e complicada a vida será. Desejo, portanto que, caso ainda não tenha, você encontre as lentes necessárias para enxergá-las.
| ISBN | 9786580410682 |
| Número de páginas | 100 |
| Edição | 1 (2025) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Couche 115g |
| Idioma | Português |
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