Nas terras decadentes de Narciso, onde a pobreza convive com o luxo, os cassinos brilham enquanto almas apodrecem em silêncio. É ali que vive Dominique — figura temida, fascinante e marcada por uma vingança que atravessou toda a sua existência. Dona dos mais poderosos cassinos da cidade, ela carrega no peito cicatrizes profundas, crimes sombrios e uma revolta que nunca encontrou descanso.
Enquanto escreve cartas denunciando a crueldade humana, Guido, um exilado das terras sagradas do Cetro, mergulha em um mundo onde pessoas podem ser mais brutais que animais, onde a justiça falha, e onde até a bondade parece condenada à tragédia. Entre encontros, segredos e perdas, ele se vê irresistivelmente atraído por Dominique — uma figura dividida entre a ternura e a destruição.
Narrado através das memórias de Bosco, uma pessoa consumida pela culpa, Sete Dores é um romance sombrio sobre vingança, decadência, poder, culpa e redenção. Em meio a monarcas caídos, sacerdotisas, exílios, violência e criaturas inocentes condenadas pela ambição humana, a obra questiona: o que ainda resta de humanidade quando a dor se torna a única companhia?
Poético, filosófico e brutal, Sete Dores conduz o leitor por uma jornada onde amor e ódio caminham lado a lado — e onde o tempo e a morte, inevitavelmente, arrancam todas as máscaras.
| Número de páginas | 156 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Couche 90g |
| Idioma | Português |
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