E se o tempo nunca tivesse passado da forma como imaginamos?
Em Sic Mundus Creatus Est — Teoria da Unidade Temporal, Sean Anderson apresenta uma obra ousada, filosófica e especulativa sobre a natureza do tempo, da consciência e da própria realidade. A partir de uma hipótese instigante — a de que talvez o universo não evolua através do tempo, mas exista como uma estrutura completa percorrida pela consciência — o livro conduz o leitor por uma jornada que une ciência, filosofia, cosmologia, teoria da informação e imaginação teórica.
Com linguagem profunda e envolvente, a obra questiona ideias aparentemente óbvias: relógios realmente medem o tempo? O presente existe como um instante absoluto? O passado desapareceu ou permanece como parte da estrutura universal? O futuro já existe? A consciência cria a experiência da passagem temporal? A matéria é realmente sólida? O espaço é um recipiente ou uma rede de relações?
Ao longo de 33 capítulos, o autor constrói uma teoria ficcional e filosófico-científica sobre um universo relacional, informacional e autoconsistente, no qual tempo, espaço, matéria, energia e consciência podem ser compreendidos como manifestações diferentes de uma mesma unidade fundamental.
Este não é um livro de respostas fáceis. É uma obra para leitores que gostam de grandes perguntas, teorias ousadas, mistérios cósmicos e reflexões capazes de alterar a maneira como enxergamos a existência.
Já se perguntou se o tempo passa — ou se somos nós que passamos por ele?
| Número de páginas | 416 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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