Morar sozinha, suar para pagar as contas todo final de mês, conviver com alguns colegas intragáveis no trabalho e ter que aceitar que certas relações familiares nunca serão mais as mesmas. Tudo isso é tolerável, apesar de enervante e frustrante, mas existe uma linha que separa o que um ser humano pode aguentar sem que mexa de forma irreversível com seu psicológico.
E eu cruzei essa linha, ou melhor, me obrigaram a cruzar. Estava voltando do trabalho quando algo assustadoramente surreal aconteceu. Desde que sai da casa dos meus pais, o que não faz tanto tempo assim, achei que poderia aguentar o peso sozinha, mas quando esse peso vem na forma de uma criatura, um monstro, um demônio... então é demais para mim. Não acho que esteja exagerando ao dizer que é demais para qualquer pessoa.
Eu daria qualquer coisa para cruzar a linha novamente, voltar a uma vida normal, com seus problemas normais. Entretanto, não sou inocente ao ponto de acreditar que isso possa ser possível. Tudo que desejo, já que já estou do lado errado da linha, é conseguir me manter viva nesse caos que se tornou a minha vida.
Felizmente, tenho pessoas que vão me ajudar nisso. Rena e Sean são ótimos, embora Rena seja um tanto irritante com seus comentários sarcásticos e suas provocações nada delicadas. Apesar disso, eles me salvaram do demônio, daquele monstro que me atacou e que eu tremo só de imaginar.
Mas a criatura ainda está a solta, me sondando, a espreita. E ela vai atacar novamente.
| Número de páginas | 185 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 75g |
| Idioma | Português |
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