Há livros que nascem da técnica. Esse nasceu do amor. Entre memórias, crônicas e poemas, Antonio Artequilino transforma a experiência da paternidade em matéria de poesia e pensamento. Cada página é atravessada pela presença de três nomes que são, ao mesmo tempo, vida, sentido e horizonte: João Vítor, Paulo Ricardo e Marco Antonio. Aqui, ser pai não é apenas um papel social, mas uma travessia interior — feita de cuidado, escuta, esperança e aprendizado. Artequilino escreve como quem conversa com o tempo. Fala da infância como território sagrado, da memória como abrigo contra o esquecimento, do diálogo como ponte entre gerações. Os textos são uma celebração do vínculo que une pais e filhos, mesmo quando a distância física impõe silêncios e saudades. A obra faz uma crítica delicada à dureza do mundo contemporâneo, que muitas vezes esquece a ternura, banaliza o afeto e transforma relações em números, cobranças, agressividade e indiferença. Aliás, nesse livro, Artequilino não apenas escreve sobre os filhos — ele escreve com seus filhos João Vítor, Paulo Ricardo e Marco Antonio (a obra tornou-se um espaço de criação compartilhada). Por fim, ao abordar a realidade do autismo e a luta cotidiana de um pai por inclusão, respeito e direitos, Artequilino transforma sua amizade com Sérgio Ricardo em espelho existencial e enaltece a história de Serginho e seu filho João Gabriel como sendo o exercício da paternidade na sua expressão máxima de categoria ética e de amorosidade incondicional.
| ISBN | 9786501709154 |
| Número de páginas | 246 |
| Edição | 1 (2025) |
| Formato | 16x23 (160x230) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Tipo de papel | Couche 150g |
| Idioma | Português |
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