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ACEITO
YENDIS EM DIÁLOGOS
Da Academia Contagense de Letras
Categorias
Literatura Nacional, Humor, Filosofia
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Esta página foi vista 10586 vezes desde 26/11/2011
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Sinopse

Yendis em diálogos, reúne os textos onde se manifesta o personagem Yendis. Yendis é como se fosse o alter-ego do poeta, tais quais os heterônimos de Fernando Pessoa. E Yendis é um dos personagens mais divertidos. Superior, Yendis só se relaciona com deuses, filósofos, seres superiores como ele, e, com esses, mantém uma postura de primazia; chama Cícero de “caro Circe”, Platão vira “meu caro Plata”, Morfeu, deus grego do sono, é o “Mofa”, os apelidos beiram o deboche: São Lucas transforma-se em “Ó Lucas”, etc. Yendis só aparece em lugares exóticos, distintos: Inferno, Roma, Oklahoma, Bangladesh, etc. Dá conselho a figuras bíblicas, resolve altas discussões filosóficas com uma frase, tem opinião para tudo, e, detalhe, todas suas opiniões são infalíveis e ele fecha o debate, não deixando margem para uma possível continuação da discussão; fala de forma categórica e responde as grandes questões universais: “De onde viemos?” e “Para onde vamos?”, com naturalidade de criança. De tão resoluto e certo de si, Yendis chega a cativar pela firmeza, pela apa¬rente arrogância, que, olhando bem, é um jeito afirmativo de ser, sem medo de ser feliz, sem muita firula acadêmica, sem muita discussão sem fim. Autoritário? Fascista? Yendis responde seus questionadores que lhe vem especular a vida de forma curta e grossa, desmontando seu oponente, por isso, não é bom brincar com ele. E deixá-lo quieto também não é alternativa. Yendis intromete-se em tudo quanto é discussão, quer dizer, só altas discussões em que estão em pauta as grandes questões da Humanidade, os grandes problemas metafísicos do destino do Homem. Ele intromete-se numa conversa de filósofos, joga a sua resolução e sai andando, não perdendo tempo entre os bem pensantes pedantes. Yendis não tem mais paciência para muita firula: ele chega, resolve, e sai fora. Com Yendis é fim de papo. E lógico, ele sai sempre campeão das situações onde aparece. Apenas em um poema, onde aparece a sua amada Satãna – ela mesma, Satãna; veja o diálogo e a intertextualidade interna da grande obra Diário de um louco, a única a quem Yendis se submete, mesmo assim, não deixando de dar umas espetadas também na amada. De tão divertido, Yendis chega a saltar as páginas, esse intrépido personagem. Sua “arrogância” chega a ser cativante. Entrar no seu mundo mágico de deuses e filósofos é um bálsamo para a nossa alma, esmagada pela vida chã.

Características
Número de páginas 152
Edição 1 (2011)
Formato A5 (148x210)
Acabamento Brochura c/ orelha
Coloração Preto e branco
Tipo de papel Offset 75g
Fale com o autor
YENDIS ASOR SAID

Um pouco mais de Yendis Asor Said

Vinícius Fernandes Cardoso

IDe longe eu vi um homem... Que parecia um mendigo... “De amor tinha fome, parecia-se comigo”, esses são alguns dos muitos versos de Yendis Asor Said, palíndromo de Sidney Rosa Dias, poeta que mora em Contagem MG.

Sua primeira aparição pública no meio literário da cidade se deu durante o lançamento do automóvel Meriva, na extinta concessionária Mac Chevrolet. Convidada para abrilhantar o momento, a Academia Contagense de Letras-ACL lá estava corporificada na presença de poetas, escritores, performáticos e problemáticos, entretendo o momento com poesia e humor. Na época de sua aparição, o poeta já somava quatro pastas repletas de textos, a maioria, inéditos. Em 2002, passou a integrar os quadros da ACL e desde então sua simpatia ilustra o meio literário contagense. “Nei”, como é chamado pela família, nasceu a 16 de outubro de 1977. Gênio precoce, e tendo cedo que ganhar o pão com o suor do rosto, com treze, quatorze anos, passou a colaborar com os jornais Folha de Contagem e Verdade de Contagem. A mãe reivindica a influência sobre o filho no gosto pela leitura e escrita, a simpática Srª. Iracema. Com quinze, fundou e presidiu o Raul Rock and Roll Fã Clube que chegou a somar cinqüenta integrantes. Na época, publicou dois artigos em jornal, um sob título “Um tributo a Raul Seixas” e o outro intitulado “Raulzito continua vivo”.

De filosofia, leu os chamados pré-socráticos, os sofistas, a tríade Sócrates, Platão, Aristóteles. Leu Mathias Aires, filósofo brasileiro, Nietszche. Leituras livres dos principais livros sagrados: a Bíblia, Bragavad Gita (Índia), Tão To King (China), e, à frente, O Livro dos Espíritos, de Allan Kardec, Universo em Desencanto, O Alcorão, O Livro do Mórmon. Leu ainda Nostradamus e mitologias mil, da grega à nórdica. De literatura, gosta de clássicos e modernos. Camões e Bocage estão entre os seus preferidos no trato com a língua portuguesa. Gosta de Paulo Coelho. Suas leituras indicam um espírito inquieto em busca de verdades e sentidos, senão para encontrar respostas, para, ao menos, aprender a melhor formular perguntas, afinal, uma pergunta bem formulada já é meia resposta.

Yendis Asor Said escreve a grande obra Diário de um louco, já com trinta e cinco capítulos. Trata-se de uma grande epopéia, inicia-se com a citação de uma estrofe de Camões e narra uma grande saga individual onde são citados personagens de diversas tradições, além de musas e deusas como Is Lila e Samu; musas e deusas são freqüentes na sua literatura.

Dando forma aos seus escritos, em 2003, o poeta produziu de forma independente alguns fascículos da totalidade do seu trabalho, a saber: 1, 7, 8, Satãna, A dura ausência, A minha dor. O despertar e O Castelo. Feitos de forma artesanal pelo próprio autor, os fascículos chegaram a ser bem distribuídos; quinhentos exemplares de cada um.

Satãna, onde há um diálogo entre o Eu e a deusa Satãna, lembra Macário de Álvares de Azevedo, conhecido poeta brasileiro do século 19. A dura ausência começa pelo final, com o amante a queixar a ausência da amada, tema de interesse permanente da alma humana. Há de se fazer uma leitura mais atenta da literatura de Sidney Rosa Dias, enfocando seus aspectos preponderantes, aqui, fazemos apenas uma modesta apresentação. O Castelo lembra os contos fantásticos de Edgar Allan Poe, escritor conhecido da juventude.

Seus escritos apresentam uma linguagem envolvente (efeito narcótico ao ler) e sugestiva (literatura simbolista). Indefinição do cenário e dos personagens, insinuação da voz narrativa e do enredo. Cria-se uma atmosfera de meia-luz que nos encanta ao ler. O eu-lírico formula perguntas, e, ao contrário dos livros de auto-ajuda com suas metralhadoras de respostas, deixa o leitor ler/escrever (imaginar) dali para frente. Ele convida o leitor a entrar na floresta de símbolos e a se perder nas águas do poema...

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Comentários
26 comentários
yendis
Terça | 24.07.2012 às 21h07
olha a promoção de volta...
yendis asor said
Quinta | 01.03.2012 às 19h03
foi boa a promoção...
yendis
Sexta | 24.02.2012 às 20h02
promoção de carnaval...
yendis
Terça | 21.02.2012 às 23h02
olha a promoção aí gente! chora cavaco...
yendis asor said
Terça | 21.02.2012 às 18h02
aproveitem a promoção...
yendis
Segunda | 20.02.2012 às 21h02
promo;ao deste livro
yendis
Terça | 31.01.2012 às 22h01
obrigado amigo...
yendis
Sábado | 28.01.2012 às 18h01
personagem mitológico
yendis
Quinta | 26.01.2012 às 20h01
vou colocar mais paginas para vcs. obrigado;
yendis
Quarta | 25.01.2012 às 21h01
muitas sátiras...
yendis
Terça | 24.01.2012 às 20h01
a capa é do fotografo wiliam augusto
yendis
Terça | 24.01.2012 às 20h01
muitos personagens são meus.
yendis
Terça | 24.01.2012 às 19h01
tenho uma vasta criação de personagens mitológicos...
yendis
Terça | 24.01.2012 às 19h01
obrigado pelos comentários.
yendis
Terça | 24.01.2012 às 19h01
garanto que vão gostar.
yendis
Terça | 24.01.2012 às 19h01
sátiras de mestre Yendis...
yendis
Segunda | 23.01.2012 às 21h01
humilde ein...
WILLIAN AUGUSTO
Quinta | 12.01.2012 às 11h01
OBRIGADO SOU EU QUE FIZ AS FOTOS
FOLHA DE SÃO PAULO
Quinta | 12.01.2012 às 11h01
NOSSA QUE MASSA LEGAL DE MAIS O LIVROS QUEM E ESSE FOTÓGRAFO QUE FEZ A FOTO DA CAPA MUITO BOAS AS FOTOS
JORNAL SUPER BH
Quinta | 12.01.2012 às 11h01
ESSE HOMEM YENDIS FALA MUITO BEM , MENDES NÃO SABE NADA DE LIVROS PARA FICA FALANDO E MUITO BOM O FOTÓGRAFO QUE FEZ A FOTO DA CAPA DO LIVRO
JORNAL NACIONAL SÃO PAULO
Quinta | 12.01.2012 às 11h01
NOSSO GOSTEI MUITO DAS FOTOS DA CAPA DO LIVRO FOTÓGRAFO WILLIAN AUGUSTO SABE MUITO SOBRE FOTO
yendis
Quarta | 04.01.2012 às 19h01
obrigado pelo comentário. procurarei melhorar nas capas para melhor atendê-lo.
Sr.Carlos Mendez
Quarta | 04.01.2012 às 00h01
Rapaz... Os seus livros já não são bons e você bota essas capa de livro mediocre , Só DEUS hein...
yendis
Domingo | 18.12.2011 às 20h12
meus livros são diferentes por isso coloquei a disposição a visualização de 30 paginas. e em relação ao poema suspiros, este é de camões, coloco em todos os livros ilustrando meus textos assim como o soneto de bocage que vem a seguir. mas obrigado pelo comentário.
mendes
Sábado | 17.12.2011 às 11h12
É impressão minha ou todos os seus livros são iguais? Pelo que eu vi todos começam com "Suspiros...". Você só muda a capa e o nome. Por que? Isto não é querer enganar as pessoas que acessam, ou passar a falsa impressão de muitos livros publicados, de um autor que escreve muito? Achei estranho...muito estranho...mesmo assim que tenha sucesso, ou ao menos, divirta-se!
josé
Sexta | 02.12.2011 às 19h12
esse livro pelo que vi, traz muitas referencias de mitoligias, vc é formado em filosofia ou é apenas um roby? exelentes sátiras...