Zânio é uma consciência sem idade que atravessa a história humana observando como as sociedades constroem, aplicam e distorcem a ideia de justiça. Sem pertencer a um tempo específico, ele testemunha leis surgirem com solenidade e perderem sentido na prática, enquanto princípios mais profundos permanecem ativos, independentemente de códigos, governos ou épocas.
Ao longo da obra, o leitor percorre episódios históricos, diálogos imaginados e situações paradoxais que revelam a distância recorrente entre legalidade e legitimidade. Zânio observa filósofos, legisladores, líderes e cidadãos comuns, mostrando que a justiça não se esgota na obediência às normas, mas depende de fundamentos anteriores: vida, liberdade, dignidade, igualdade, verdade, bem comum e consciência.
Com linguagem clara, reflexão rigorosa e ironia contida, o livro aborda desde normas antigas até dilemas contemporâneos, como a burocratização excessiva e o uso instrumental da lei. O humor surge como recurso crítico, não para banalizar o tema, mas para expor incoerências e evitar que a justiça se torne rígida ou desumana.
Zânio e as Leis Eternas não é um tratado jurídico nem um manual acadêmico. É uma investigação filosófica acessível, voltada a quem deseja compreender não apenas como as leis funcionam, mas o que verdadeiramente as torna justas. Um convite à reflexão sobre a responsabilidade ética que sustenta qualquer sociedade.
| Número de páginas | 371 |
| Edição | 2 (2025) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 90g |
| Idioma | Português |
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