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Cauê de Barros Braga nasceu em Rio Branco, Acre. Desde então, esteve transitando entre a sua terra, Fortaleza e Crato, o que lhe propiciou um enfoque peculiar sobre a cultura dessas cidades, enriquecendo o seu vocabulário e as suas Criações poéticas. Iniciou os cursos de Ciências Sociais e Psicologia, e, embora não os tenha concluído, ambos contribuíram para que ele desenvolvesse um olhar crítico, criativo e filosófico. E uma certa sensibilidade existencial. Desde muito jovem, apaixonou-se pela musicalidade melancólica, flertando com a Subcultura Gótica e a sua natureza sombria, subversiva e intimista. Tem uma veia literária fortemente voltada para o horror e escreveu livros como "A Cruz dos Malditos", "Penumbra" e "Cores de Céus Deludidos". Sua busca por assuntos místicos envolveu passeios acalorados por searas espirituais como Rosacruz, Espiritismo, Budismo, Umbanda e outras, conquistando uma visão mais Holística sobre este mesmo "devir humano". Dedicou-se também ao teatro e à poesia dramática, lapidando, assim, a sua inspiração e a sua (auto)expressão. Atualmente, vem realizando ensaios artísticos no ramo do Abstracionismo e do Surrealismo, confluindo a sua veia nostálgica, o universo das cores e as suas catarses meditativas. No Cariri, encantou-se pela Literatura de Cordel e pôs-se a dialogar com este universo, do qual o pai era um grande apreciador. Quanto ao Universo dos Sonetos, deve muito de sua paixão à poesia ultrarromântica e simbolista, que tanto lhe cativou esse tempo todo! Seus trabalhos - como um todo - carregam a marca de significativas mudanças e são a prova qualitativa desta longa jornada, onde sempre esteve reconstruindo a si mesmo...
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