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Danilo de Athayde (Danilo Augusto de Athayde Fraga) é doutorando em cotutela entre a Universidade do Porto (Estudos Literários, Culturais e Interartes) e a Universidade Federal de Minas Gerais (Estudos Literários), e pesquisador do Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa (ILCML). Sua pesquisa se situa entre a literatura e a história e filosofia da ciência. A tese lê os episódios da Máquina do Mundo em Dante, Camões e Drummond como alegorias poético-científicas do entendimento do mundo e desenvolve, a partir da passagem do Mundo ao Universo, a proposta de um realismo assintótico. Publicou sobre Dante e o humanismo renascentista na Nuntius Antiquus e sobre o tempo contemplativo na poesia e no cinema na Rebeca, e tem artigo aceito na Luso-Brazilian Review sobre "A Máquina do Mundo" de Drummond. Escreve também ensaios sobre cinema para a Bright Lights Film Journal. É editor da revista Em Tese (UFMG), onde organiza o dossiê "De Dante aos buracos negros: poéticas do ininteligível e a crise da representação da ciência contemporânea", e parecerista ad hoc de sete periódicos, entre eles a Diadorim e a Rebeca (SOCINE). Foi selecionado pela FCT, no Programa Portugal–Berkeley, para um estágio de pesquisa, a realizar, no Center for Science, Technology, Medicine and Society (CSTMS) da Universidade da Califórnia em Berkeley. Poeta e ensaísta, é autor dos livros Poemas, Zumbi, Sonhos e outros sonos e Estar na grama e do ensaio Poema é isto, e prepara o livro de poemas Noemáfagos.