Para garantir o funcionamento do site e melhorar continuamente a sua experiência, usamos cookies. Você escolhe quais aceitar:
Cookies necessários: Essenciais para o site funcionar. Não são usados para análise ou rastreamento.
Cookies analíticos e de marketing: Ligados ao Google Analytics e a outras ferramentas de estatística e marketing. Nos ajudam a melhorar o site e a facilitar a publicação e a impressão dos seus livros.
Eduardo Berlim detesta tentar dar uma definição para si mesmo e acha bastante estranho escrever sobre si em terceira pessoa. Músico por formação de alma, estudante por vocação de caráter, carrega um humor peculiar que se manifesta na didática de temas sérios. Apaixonado pelas mais vastas linhas de pensamento esotérico e religioso, encara a magia como encara a arte: como o curto vislumbre da face de Deus que é dado ao homem mortal conceber.
Como escritor, dedica-se a poesia de todas as formas, desde publicações de ensaios para o 'Morte Súbita Inc' até breves saídas na revista 'Hermetismo', e acredita que a letra escrita permite a imortalidade da alma; seja pelas partituras de Schubert, pelas pinturas de Rembrandt ou pelos roteiros de Hayao Miyazaki. Ama citar referências infinitas para todos os temas e parece ter uma obrigação de fazer isso em sua própria descrição.