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Nascido em Campina Grande (PB) e criado na Kelson’s, favela que abraça a Baía de Guanabara, Anderson Jedai transforma fé, cultura, favela e família em poesia, sem esconder o caos nem deixar de celebrar a beleza.
Seus versos caminham entre feridas e flores, denúncia e afeto, memória e esperança. Escreve entre o sagrado e o cotidiano, dando voz às histórias que quase sempre ficam do lado de fora dos livros e acreditando que a poesia também preserva a memória de um povo.
Poeta, escritor, palestrante e estrategista de marketing, desenvolve projetos de educação, empreendedorismo e cultura em periferias.
Em 2017, foi um dos poetas selecionados pela FLUP (Festa Literária das Periferias) e, por sua atuação social e cultural, recebeu a Medalha Francisco Carlos Maciel, concedida pela Câmara Municipal de Duque de Caxias.
Este é seu primeiro livro autoral. Um livro que não pede licença para existir: chega como quem abre um portão na favela e convida o Brasil a entrar.