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Meu nome é Marcos Araujo e escrevo desde os 15 anos, quando as palavras começaram a se organizar dentro de mim com mais urgência do que o próprio silêncio. Transito entre a poesia e o romance, não por indecisão de gênero, mas por necessidade de expressão — há sentimentos que exigem o sopro breve de um verso, e outros que pedem o fôlego longo de uma narrativa.
Minha escrita nasce da observação delicada dos sentimentos mais íntimos do ser e do desejo constante de compreender o que nos move por dentro. Sonhador por natureza, busco traduzir emoções em linguagem, construir atmosferas que toquem o leitor com beleza e sinceridade. Acredito na literatura como espaço de resgate da sensibilidade e da imaginação — uma morada para o que é eterno e, ao mesmo tempo, passageiro.
Meu estilo carrega o lirismo como traço essencial, mesmo nas tramas mais densas. Gosto de pensar que minhas palavras, ainda que sutis, deixam ecos. E é nesse território entre o real e o onírico que minha voz literária encontra seu caminho.