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Mary Anita Batista Pina, nascida em Salvador e criada em Palmeiras, Chapada Diamantina (BA), é a primogênita de três irmãs, filha de Alcides Pina e Zeilah Batista Pina, dona “Terezinha” para os baianos, ambos centenários e amantes da leitura. Mary estudou no Colégio de Aplicação da Faculdade de Filosofia Católica de Salvador durante os anos do tropicalismo (1970). Formada em Artes Plásticas e Direito em Brasília, aposentou-se como advogada da União e hoje se dedica integralmente à literatura, à pesquisa, à família e às viagens.
Apaixonada por leitura, filosofa e escreve desde menina. Mãe de quatro filhos e avó de sete netos, é uma “universalista cristã e intuitiva”. Sua prioridade, antes de tudo era ser mãe, e assim criou seus filhos, uma de suas maiores realizações, mas sempre conciliando com o dom de escrever. Tem um chamado natural para ajudar ao próximo, visto possuir um coração sensível. Não tem partido político, opta na ocasião. Já sofreu muito por time de futebol, hoje não mais. O bom humor faz parte de sua personalidade e do seu transparente jeito de ser. Ama o entardecer, escrever nas madrugadas e amizades sinceras, jamais nega suas raízes nordestinas. Aprecia os adolescentes e as crianças, e encanta-se com a força criativa que habita em cada ser humano.
Curte o clima baiano e o barulho do mar. Gosta de pegar a estrada e dirigir, praticar natação, dançar, filosofia, cinema, leitura, fazer um bobó de camarão, um cafezinho e aquela “prosa boa!” Assim se define: romântica, sem medo de críticas, após um século e meio de vida e de experiências. Sua maior tristeza: a violência, o descuido pelo ambiente, a falta de segurança pública e de um salário digno para os educadores. Avessa à polarização, todo tipo de discriminação social, principalmente a misoginia, apesar de não se enquadrar como feminista, mas feminina, gosta de ocupar o lugar que lhe é devido, preza por respeito e competência sem exceção! Ainda canta “Salve, lindo pendão da esperança… Salve, símbolo augusto da paz…”, letra de Olavo Bilac, música de Francisco Braga, o “Hino à Bandeira.”
Selos de reconhecimento
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