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Não há o que contar... Na verdade, há tudo para contar. Começando pela minha infância, que sem dúvida destoava entre as demais. É... Não fui uma criança "comum". Tem seus pontos positivos e negativos.
Alguns pontos negativos: escrevi dois livros na virada da infância para a adolescência (entre 12 e 14 anos de idade) e até hoje posto textos no blog que ninguém lê. Afinal, o que é precisamente pensado não interessa a ninguém.
Alguns pontos positivos: não sei quem realmente sou tampouco sei quais dos meus sorrisos são autênticos.
Há mais pontos, obviamente. Contudo, atente-se a um único: nada passa despercebido pelo olhar do meu espírito!