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Nascida no Ceará, Estado que teve em Rachel de Queiroz a primeira mulher a ocupar uma cadeira na Academia Brasileira de Letras em 1977.
Com vida conturbada, passei períodos de depressão e tive o incentivo de um psiquiatra, notável ser humano, a escrever um livro.
Hoje, tenho como mentor o meu querido psicanalista.
Leiga nas ciências da mente, me atrevo a criar em meus personagens mentes doentias.
Comecei a escrever por gostar, não para fazer fortuna. Mas se eu conseguisse os dois, seria perfeito.
Acreditando em Deus sobre todas as coisas, escrevo sobre o obscuro. E a quem for muito pudico, aconselho a não ler meu segundo livro. Poderá ficar escandalizado.
E que a discípula honre aos Mestres!