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Ricardo Cury, nascido em 1978, tem dois filhos e é natural de Salvador (BA).
Seu primeiro livro publicado, “Para Colorir”, de 2008, é uma não-ficção que começa com a aquisição da sua primeira bateria, aos 14 anos, e vai até a desistência do rock, aos 28. Para o jornalista Álvaro Pereira Junior, na Folha de São Paulo, com Para Colorir, Cury inaugurou um novo gênero literário: o da crônica brasileira rock and roll.
O segundo, “Tchau”, de 2019, é um romance que narra a história de Zinho e Luiza. Ele, um pescador que tem um sonho quase impossível; ela, uma psicóloga que vive um intenso dia-a-dia de despedidas.
O terceiro, “Manteiga”, é uma volta à não-ficção, com crônicas que narram vivências pessoais de um período peculiar.