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Olá! Sou eu. O ser por trás das palavras, das vírgulas mal colocadas e dos personagens que nunca param de reclamar.
Minha relação com a escrita começou cedo (dois anos atrás), quando percebi que criar mundos era mais seguro que viver neste aqui. Afinal, nos meus livros, posso controlar quem morre de forma ridícula. Na vida real, só posso torcer para não ser eu.
Acredito que o humor negro é como um café forte: nem todos gostam, mas os que gostam, precisam de doses diárias para sobreviver (não tomo café). E, bem… se você leu até aqui, provavelmente é um dos meus.
Se um dia me encontrar por aí, não me cumprimente com um abraço. Apenas acene de longe. É mais seguro para todos.
— Autor de “O Parasita do Destino” e sobrevivente de si mesmo.