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Nascido em Osório, Rio Grande do Sul, em 1994, encontrou em Cidreira não apenas o lugar onde vive, mas o solo fértil onde suas ideias germinaram e floresceram. Aos 17 anos, descobriu na escrita uma forma de dialogar com o obscuro, inspirado pelas tramas sombrias e intensas de Edgar Allan Poe. Movido pela timidez, hesitou em compartilhar seus textos, até que uma professora de Literatura o encorajou a lançá-los ao mundo — momento em que escolheu o nome Ziggy, não só por reverenciar David Bowie, mas como manifesto silencioso de sua própria ousadia.
A escrita o conduziu naturalmente para as sendas da História, onde encontrou novas perguntas, contradições e sentidos. Formou-se historiador em 2017 e, desde então, dedica-se a ensinar História, Filosofia e Sociologia, movido pela convicção de que educar é semear inquietações. Em cada aula, busca mais do que transmitir conhecimento: deseja acender nos alunos o fogo do questionamento, do pensamento crítico, da coragem de olhar o mundo sem véus.
Educar é um ato revolucionário — um gesto diário de esperança contra o cinismo e a apatia, uma sutil forma de mudar o curso das histórias, começando pelas pequenas revoluções dentro de cada mente.