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ZeroBerto Eco, homem, heterossexual (há controvérsias, mexericam maledicentes) nasceu de parto normal em local ermo e data incerta. Cresceu-se, graduou-se médico em afamada Faculdade de Medicina em São Paulo, multiplicou-se e escafedeu-se. Recluso (autoconfinado em conhecido Monastério de Monges Trapistas – contíguo a refinado lupanar, fuxicam futriqueiros – nas cercanias da cidade de Quizumbinho), consta em seu curriculum vitae de domínio público (inacessível pelos insondáveis desígnios do Deus Acaso) ser portador de estrovenga avantajada, além de, à semelhança do brilhante cartunista Ziraldo (in memoriam), jamais ter broxado. Alguns estudos sobre o autor, contudo, realizados por torpes pesquisadores de direita, de vertente cética e, obviamente, fascistas, afirmam ser verdade que isso é mentira. Esses céticos…
Selos de reconhecimento
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