E se Paul Dirac, um dos grandes arquitetos da física quântica, pudesse encontrar Plotino, o filósofo do Uno?
Separados por mais de dezesseis séculos, eles se encontram nesta ficção filosófica para enfrentar uma pergunta inquietante: por que aquilo que é verdadeiro tantas vezes nos parece belo?
Dirac vê na elegância matemática uma poderosa pista para compreender as leis da natureza. Plotino encontra no Belo o vestígio de uma unidade profunda presente na multiplicidade do mundo. Desse encontro improvável nasce um diálogo que atravessa simetria e quebra de simetria, matéria e antimatéria, campos quânticos, matéria escura, energia escura, consciência, matemática, tempo, entropia e o mistério da existência.
Mas nenhum dos dois permite respostas fáceis. Dirac exige que metáforas não sejam confundidas com evidências; Plotino insiste que nenhuma equação encerra todas as perguntas.
Entre ciência e metafísica, rigor e contemplação, emerge uma possibilidade fascinante: talvez unidade não signifique uniformidade. Talvez o universo seja belo justamente porque o múltiplo pode permanecer múltiplo sem deixar de participar de uma ordem.
Dirac e Plotino — O Belo, a Simetria e o Uno convida o leitor a uma viagem até a fronteira onde a matemática termina de calcular e a filosofia começa novamente a perguntar.
| Número de páginas | 338 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
Tem algo a reclamar sobre este livro? Envie um email para atendimento@clubedeautores.com.br
Faça o login deixe o seu comentário sobre o livro.