Sinopse
Nikola Tesla acreditava que toda distância poderia ser vencida. Até descobrir uma que nenhuma de suas máquinas conseguia atravessar.
Em um laboratório iluminado por descargas elétricas, relógios começam a perder segundos, aparelhos desligados respondem sozinhos e uma simples lâmpada parece reagir à presença de Katharine. Então surge sobre uma bancada um envelope que ninguém colocou ali. Traz o nome dela — escrito com a caligrafia de Tesla.
Dentro, uma frase impossível:
“Há distâncias que a eletricidade atravessa e um homem não.”
O problema é que Tesla ainda não escreveu aquela carta.
A partir desse instante, ciência e realidade começam a perder suas fronteiras. Objetos desaparecem, o tempo deixa de obedecer à sequência conhecida, estranhas frequências parecem carregar vozes e a proximidade entre Tesla e Katharine produz fenômenos que nenhum instrumento consegue explicar.
Mas talvez o maior mistério não esteja nas máquinas.
Enquanto Tesla tenta compreender aquilo que acontece entre os dois, Katharine o conduz involuntariamente para um território que o grande inventor sempre soube evitar: sua própria vida afetiva. À luz da psicologia profunda, ela se torna também o espelho de uma dimensão que Tesla projetara para fora de si — sua sensibilidade, sua vulnerabilidade, seu desejo e sua capacidade de amar.
Entre eletricidade, consciência, ânima, não localidade, emaranhamento, teletransporte e viagens através do tempo, Tesla e Katharine — O Campo Entre Dois Mundos.
| Número de páginas | 206 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Colorido |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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