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Não me faça rir, FALA SÉRIO!

Tá de brincadeira?

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Sinopse

“Não se engane acreditando que sabe de tudo, diante de nosso olhar a verdade não se apresenta como realmente ela é. Temos que procura-la principalmente quando por conveniência de alguns espertos continua sendo escondida por baixo de um amontoado de aparências e de falsidades”.

Presenciei e preservei a calma diante das constantes provocações, violências e constrangimentos sem sintonizar minhas atitudes na faixa primitiva de quem me atacava. Não havendo sido nada fácil, durante mais de três décadas, ter permanecido com nobreza em meio às viciações que se difundiam, dominadoras. Havendo sido um desafio sustentar o equilíbrio sob o açor da falsidade e violência, mantendo atitudes próprias do meu caráter, serenas, pacifistas e racionais quando se enfrenta diariamente a agressão asselvajada e perversa de pessoas, grupos, organizações e instituições, todas elas travestidas de ações legais, morais e éticas.

Pelo anterior e por haver tido a coragem de desenterrar a dolorosa verdade a levando ao conhecimento social e às estancias aos superiores da justiça, não adianta me agredir e tentar a intimidação através de bravatas, insultos, ultrajes e mais falsidades, pois esse tipo de atitude apenas evidência a classe de pessoas onde as mesmas estão sendo originadas.

Assim sendo, diferente de quem sempre me atacou e com perversidade mentiu, injuriou e difamou e que ainda hoje o continua fazendo, meu único baluarte foi e continua sendo o respeito às leis e à justiça, a prudência, a decência, a integridade e a verdade, pois durante todo esse tempo a vida me ensinou que apenas podemos esperar das pessoas aquilo que é inerente a sua própria natureza.

Bem sei que uma das atitudes que mais tem contrariado os mentirosos e as autoridades processantes é que eu mantenha até os dias atuais a cabeça erguida em direção aos céus sem abaixar meu olhar para o chão, pois apesar de todos os esforços chamados crimes cometidos por quem me acusou e pronuncio para forjar um ato que sabidamente jamais pratiquei, minha alma jamais se sentiu penalizada nem presa, voando livre e inocente ainda quando me encontrava nas masmorras.

O único erro que cometi e sempre admiti não é considerado crime pelas leis brasileiras, ou seja, o adultério, motivo pelo que a ofendida não teve a grandeza nem a bondade suficiente no coração para perdoar, preferindo se vingar com a estratégia maquiavélica que determinou que os meios justificassem os fins.

Não bastou haver feito tudo o que humanamente estava ao meu alcance para auxiliá-la durante e depois de sua reabilitação no Sarah Kubitschek, pois aquelas cartas que de seu punho e letra ela me envio nessa época e das que depois tomou posse, demonstravam a veracidade incontestável de minhas palavras e minha inocência. Também não foi suficiente minha dedicação a ela e às minhas filhinhas queridas para juntos superarmos os traumas deixados pela violência que vitimou toda a família.

Nada disso foi suficiente para ser aceito como manifestação dos meus sentimentos e responsabilidade, pois habitava na sua alma doente pelo rancor e pela sede de vingança, a necessidade pessoal e cruel de me punir a qualquer preço pelo erro cometido. Atitude que com enorme competência demonstrou possuir na sua alma ao faltar com a verdade e criar fatos e situações irreais, bizarras e doutrinar com exemplar eficiência as testemunhas de acusação que serviram como capacho para seu objetivo precípuo de mentir para sustentar suas invenções caluniosas, quer afirmando aquilo que era falso quer negando o que se sabia ser verdadeiro, quer criando fatos que nunca aconteceram recebendo como benefício a impunidade.

As atitudes de vitimada e de coitadinha numa cadeira de rodas foram tão sugestivas que lhe mereceram homenagens na sua carreira de farsante, na sua cidade e no planalto central, só que desta vez as medalhas foram colocadas nos peitos errados.

Contrariando seus desejos e na sua infinita misericórdia o criador protegeu meu corpo e minha alma enquanto estive encarcerado no meio de viciados e criminosos dentre dos quais se encontrava um daqueles que cometeram a violência contra nós, mas que graciosamente e por conveniência não foram procurados pelas autoridades sendo que de maneira dissimulada seu crime me foi imputado, meliante de nome Oclécio.

Será que ela sabe que como eu muitos são os detentos que sem indícios nem provas foram condenados por essa tal justiça praticada pelos “Tribunais da Opinião Pública e de Estado” do Estado do Ceará, mas que infelizmente foram engolidos pela impiedosa dinâmica dos submundos das drogas, das armas, do crime e principalmente dos meios de comunicação?

Também Deus teve a bem me proteger das tentativas contra a vida de que fui vítima e que foram provocadas por eu haver tido autorização do Juiz de Execuções Penais para escrever a história verdadeira dos fatos acontecidos antes, durante e depois do anticonstitucional processo e do iníquo julgamento assombrado por uma Sentença de Condenação Antecipada e prolatada pelos Meios de Comunicação.

Quando se mantém alguém no coração jamais vamos perdê-lo, é por isso e apesar de todos os esforços e das mentiras, calunias e difamações para contaminar os sentimentos puros e verdadeiros de Viviane, de Cláudia Fernanda e de Fabíola de modo a que retirassem de mim seus corações, para que eu não ocupasse o espaço que ocupo em suas vidas pela nobreza do meu sangue.

Um dos maiores fatores que confirmam o fato de eu vir atuando de maneira correta, íntegra e transparente sem cometer qualquer ilicitude nas comprovações de meus trabalhos é que ninguém, absolutamente ninguém em qualquer momento tem vindo a público ou à justiça para contrariar ou desmentir qualquer um dos meus escritos nem afirmações conclusivas nem apontada qualquer falta com a verdade que eu tenha cometido por pequena que ela for. Não é curioso, por que será?...

Não podemos esquecer: “Que a final as cicatrizes deixadas pelo tempo, ficaram para nós lembrar que tudo foi real, pois as instituições e pessoas podem até ser ludibriadas por muito tempo, mas não o serão para sempre e quando esse momento chegar, um nome será amaldiçoado pela falta de respeito para com a Lei 11.340, da qual é e sempre será indigna!”.

Como será que ela se sente quando se olha no espelho na procura de sua alma? Os demônios crescem pela quantidade de perversidades que os mesmos criam para judiar os seres humanos, mas ela deu um salto e tanto, reconheço! Acrescentando finalmente que o mais importante e o objetivo desta mensagem é para lhes dizer que: Deus sabe!

Marco Antonio Heredia Viveros

Categorias: Processo Penal, Direitos Civis, Direito Penal, Realismo Fantástico, Não Ficção, Direito
Palavras-chave: brincadeira?, de, tá

Características

Cover_front_perspective
Número de páginas: 465

Edição: 1(2018)

Formato: A5 148x210

Coloração: Preto e branco

Acabamento: Brochura c/ orelha

Tipo de papel: Offset 75g

Reconhecimento

Sobre o autor

Missing
Marco Antonio Heredia Viveros

Professor universitário, formado em economia e administração com pós-graduação na USP.

Consultor autônomo de organizações. Professor Universitário e autor de vários livros acadêmicos e romances. Inclusive com livros publicados neste site por nomes: " A verdade não contada no caso Maria da Penha" ," Extermínio de Homens - A verdade como ela é", "Vidas Sombrias", "Acorda Brasil - o gigante com medo", "Introdução ao Processo Administrativo", "Fundamentos do Pensamento Administrativo", "Administração Estratégica Básica" e "A Voz - nem tudo o que é parece", Introducción al Proceso Administrativo, a Prostituta das Provas, Hipocrisía, Crime sem castigo, Os três Agentes caras de pau Vol.I e II, América Latina-Corrupción, impunidad, miséria y pobreza, A vida de Mentiras de Maria da Penha Maia Fernandes, Fala Sério!, assim como outros livros acadêmicos já publicados em português e em espanhol. ultimo livro lançado em janeiro de 2016.


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Comentários - 1 comentário(s)


Andressa Rocha Muniz
Sempre é importante saber duas versões distintas do mesmo caso para que se chegue à uma conclusão acerca da realidade dos fatos. Este livro é importante para isso.
Domingo às 11:57

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