William James examina a religião a partir de uma perspectiva psicológica e empírica, separando a experiência religiosa pessoal das instituições e rituais coletivos. O autor argumenta que as vivências espirituais e os estados alterados de consciência devem ser julgados pelos seus frutos práticos e morais e não descartados simploriamente pelo materialismo médico devido a origens patológicas ou nervosas. Além disso, o texto explora a forte inclinação humana de sentir a realidade do invisível, destacando como crenças abstratas e a percepção de presenças transcendentes moldam profundamente a atitude e a liberdade moral do indivíduo.
| Número de páginas | 661 |
| Edição | 1 (2023) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 75g |
| Idioma | Português |
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