Em A TERRA SOB ACUSAÇÃO — Homens, Safras e o País que Aprendeu a Desconfiar de Quem o Alimentava, a Fazenda Vento Largo torna-se o centro de uma crise que começa com uma simples “análise complementar” de crédito e, pouco a pouco, alcança mapas, embargos, compradores, manchetes, incêndios, bancos, trabalhadores e instituições. Tomás, Marta, Lívia, Elias, Rita, Samuel, Helena e Gabriel atravessam um ciclo em que cada decisão cobra tempo, dinheiro, reputação e coragem. O romance mostra a força do agronegócio sem transformá-lo em propaganda e expõe seus riscos sem reduzir produtores, Estado, imprensa ou tecnologia a vilões. Uma linha digital pode bloquear crédito; uma fotografia verdadeira pode sugerir uma culpa que ainda não foi provada; um laudo pode corrigir uma acusação, mas não devolver o tempo perdido. Entre colheitadeiras, sementes, arquivos, satélites, fogo e chuva, a narrativa pergunta quem pode julgar antes de compreender e quanto custa decidir sem contexto. Ao longo de cinco atos e cento e oitenta dias, a obra conduz o leitor por uma investigação social, econômica, ambiental e documental sobre produção, risco, memória, trabalho e futuro. No fim, a terra não absolve nem condena: ela guarda marcas. E o livro deixa uma regra essencial — distinguir fato de inferência, dano de culpa, correção de apagamento e informação de conhecimento. É também um chamado a verificar antes de acusar, guardar antes de perder e compreender que alimentar o país exige método, memória e gente.
| Número de páginas | 659 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Tipo de papel | Couche 115g |
| Idioma | Português |
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