Uma família enterra alguém numa segunda-feira e, na terça, descobre que a conta está bloqueada, o plano de saúde quer saber quem continua e o INSS pede documentos que ninguém sabe onde estão. É assim que um inventário começa de verdade — não no art. 611 do CPC.
Segundo volume da Coleção Na Prática, escrito do lado de fora do manual: do telefonema de quem acabou de perder alguém até a matrícula no nome dos herdeiros.
Dezenove capítulos sobre o que nenhum manual conta. Por que a maior parte dos extrajudiciais trava na assinatura de um irmão, e não na falta de documento. O que fazer quando o imóvel nunca entrou na matrícula do falecido. Como uma hipoteca de 1993 aparece na véspera da escritura — e se paga com o dinheiro da entrada do comprador. Por que vender antes, durante ou depois muda preço, risco e imposto. E as seis situações em que abrir inventário é o pior negócio possível para a família.
Traz ainda o que mudou com a Resolução CNJ 695/2026, que desobrigou o pagamento prévio do ITCMD para lavrar a escritura — e o que isso não dispensa.
A última parte é sobre inteligência artificial, sem marketing: o que a ferramenta faz bem, cinco erros reais que ela cometeu neste escritório em 2026, e o que não se delega nunca.
Nenhum caso traz nome, número de processo ou dado de cliente. Os nomes foram mudados; os impasses, não.
| Número de páginas | 150 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 75g |
| Idioma | Português |
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