E se a consciência não for um acontecimento terminado, mas uma realidade em movimento?
Em Por que Teilhard quer clinicar?, Carmem Farage aproxima a visão evolutiva de Pierre Teilhard de Chardin da experiência clínica sem reduzir uma à outra. A partir de ideias como complexificação, reflexão, personalização, noosfera e Ômega, o livro pergunta o que muda na psicologia quando levamos a sério a hipótese de que a consciência possui futuro.
Nesse percurso, Teilhard encontra Lévinas, que introduz um limite decisivo: nenhuma direção pode transformar-se em destino prescrito ao Outro. É dessa tensão que emergem conceitos autorais como Metaconsciência, +Ser e singularidade em movimento, além de uma clínica entendida como espaço de reflexão, tradução e transformação.
Entre Freud, Teilhard e Lévinas, a obra investiga como acolher experiências psicológicas e espirituais sem reduzi-las nem convertê-las em verdades metafísicas. O resultado é uma reflexão sobre o humano como processo: alguém atravessado pela história, mas não encerrado por ela; capaz de participar conscientemente de sua própria transformação sem perder singularidade, relação e liberdade.
| Número de páginas | 300 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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