A Alma Não Morre, Guarda Memórias
(O Ciclo do Sangue Antigo)
Em Niterói, onde o asfalto encontra o místico e o passado teima em não virar cinzas, Cael carrega o peso de uma maldição milenar. Líder relutante de um grupo de "rejeitados", ele vive sob a sombra da primeira marca da humanidade, tentando proteger sua nova família da implacável organização Mundo Limiar.
Mas Cael não está sozinho nesta vigília. Ao seu lado está Fabrício, um aliado de sabedoria amarga e olhar milenar, que compreende a linguagem do sangue e os erros dos antigos arquitetos melhor do que ninguém. E há Dandara, cujo poder psíquico é a linha de defesa entre a sanidade do grupo e o abismo que Lúcio Varro Atacinus pretende abrir.
Quando Lúcio, movido por uma inveja que atravessa eras, decide fundir tecnologia proibida e rituais de sangue para criar o "substituto" perfeito, a realidade começa a ruir. Entre ataques de guardas de prata, transmutações viscerais e fendas que ameaçam apagar o próprio conceito de existência, Cael, Fabrício e Dandara precisam enfrentar o criador que se tornou criatura.
Nesta jornada de fantasia urbana e mitologia esquecida, eles descobrirão que sistemas podem ser hackeados e corpos podem ser destruídos, mas a alma... a alma guarda memórias que nenhuma tecnologia é capaz de apagar. O confronto final entre a Primeira Maldição e a Última Evolução começou, e o destino do mundo depende de quem conseguirá carregar o peso da própria verdade.
| Número de páginas | 368 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Espiral c/ acetato |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Couche 90g |
| Idioma | Português |
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