A Arte de Percorrer Territórios Ancestrais propõe uma reflexão metodológica e sensível sobre o ato de atravessar paisagens como prática de conhecimento. O livro articula corpo, cartografia, memória e tecnologia para sustentar a travessia como dispositivo de pesquisa. O território deixa de ser cenário e passa a operar como campo relacional, onde esforço físico, decisão em fluxo, variação climática e encontro com comunidades configuram um laboratório em situação.
A obra desenvolve o conceito de uma “epistemologia do esforço”, na qual percepção, risco, ritmo e adaptação tornam-se variáveis cognitivas. Ao integrar registros técnicos, memória encarnada e interlocução local, o autor propõe um método que combina planejamento operacional, atenção corporal e escuta territorial. O resultado é uma abordagem que desloca a investigação acadêmica para fora do espaço controlado, situando-a na experiência direta e prolongada com paisagens vivas.
Entre relato analítico e proposição teórica, o livro apresenta a travessia como prática replicável e criticável, abrindo caminhos para pesquisas colaborativas e para uma ética de presença em territórios marcados por histórias, saberes e conflitos. Trata-se de uma contribuição à reflexão contemporânea sobre corpo, arte, tecnologia e formação, oferecendo uma leitura rigorosa e imersiva da experiência como produção de conhecimento.
| ISBN | 9786597882601 |
| Número de páginas | 84 |
| Edição | 1 (2025) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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