“A Batina da Inconveniência” é uma obra intensa e provocadora que mergulha nas tensões entre o Evangelho vivido e as estruturas humanas que, muitas vezes, se afastam de sua essência. Partindo de reflexões profundas, experiências pastorais e análises críticas, o livro revela o drama daqueles que escolhem permanecer fiéis à verdade mesmo quando isso os torna incômodos dentro do próprio sistema eclesial.
Ao longo de seus capítulos, a obra expõe as máscaras da autopreservação institucional, os jogos de poder, as conveniências silenciosas e as perseguições veladas que atingem sacerdotes e cristãos comprometidos com a justiça. Mais do que uma denúncia, o texto é um chamado à consciência: mostra que a santidade não nasce da acomodação, mas da coragem de amar a Igreja sem ingenuidade, enfrentando as sombras para que a luz do Cristo permaneça acesa.
Entre relatos, reflexões teológicas e palavras marcadas por dor e esperança, o autor conduz o leitor a compreender que a verdadeira fidelidade não consiste em agradar estruturas, mas em permanecer firme no Evangelho. Assim, a “batina inconveniente” torna-se símbolo profético, não de rebeldia vazia, mas de um testemunho que insiste em recordar que a Igreja é santa em sua missão, ainda que ferida por fragilidades humanas.
Uma obra destinada àqueles que desejam pensar, rezar e redescobrir o sentido do ministério e da fé em tempos de crise, lembrando que amar a Igreja também significa lutar por sua purificação.
| Número de páginas | 112 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 75g |
| Idioma | Português |
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