A borboleta morreu e a flor murchou
2 novelas literárias
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Ficção
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Sinopse

São duas excelentes novelas literárias. Eu não tenho dúvida de que estão entre as melhores que eu já escrevi. Literárias para que não haja nem sombra de dúvida no tocante à distinção visceral entre o que eu escrevo e a baboseira das novelas de televisão. Todas duas são de uma dramaticidade extraordinária, são dramas humanos intensos, levados às últimas consequências, na primeira, “O capinzal”, acredito que um pouco mais do que na segunda, “A borboleta morreu e a flor murchou”. Eu deveria dar título ao livro de “O capinzal”, mas achei que “A borboleta morreu e a flor murchou” era mais sugestivo, atrairia mais a atenção dos leitores. A primeira se passa numa aldeia e nos arredores do povoado, gente que vive no campo, gente rústica, mas não por isso menos inteligente do que os citadinos e são pessoas mais sensíveis do que muita gente que vive na cidade. Há violência. Mas o drama humano é que é a tônica, ele é extremado, capaz de tocar qualquer um, qualquer um que tenha um mínimo de sensibilidade, a mim mesmo me comove. Você vai conhecer personagens comoventes, pessoas sensíveis, que amam e dão a vida pelas pessoas a quem amam. A outra também fala de dramas humanos, mas o contexto é outro, a forma, pois aí se trata de ficção científica. Eu não daria esse rótulo. Talvez não seja uma estória de ficção científica e sim drama, drama. O leitor verá. Há violência, mas não especificada, não particular, e sim referências à violência generalizada que campeia nesse planeta maldito que é a Terra. Os outros planetas do sistema solar estão muito melhores do que a Terra, porque não são habitados. E eles não correm o risco de destruição.

Quantos dos meus leitores, que são, aproximadamente, nenhum, sabem que a Terra está sendo destruída gradativamente, a cada dia que passa em ritmo mais acelerado, pela espécie dominante, que é a maldita raça humana?

Características
Número de páginas 310
Edição 1 (2012)
Formato A5 (148x210)
Acabamento Brochura c/ orelha
Coloração Preto e branco
Tipo de papel Offset 75g
Fale com o autor
Tom Azevedo

Nasci no Rio de Janeiro, tenho 70 anos. Estudei até a quarta série do antigo curso ginasial. Trabalhei como escriturário contratado no Banco Central, como balconista em loja de peças de caminhão, caminhoneiro, ferro-velho, camelô, servente de pedreiro, lenhador, lavrador, criei vacas, porcos, galinhas, servi o exército em 1961, trabalhei por 12 anos para uma editora fazendo traduções de espanhol e a seguir de inglês, traduzi Dickens, Poe, Herman Melville, no fim escrevia minhas próprias estórias populares de faroeste. Tenho alguns trabalhos pequenos publicados, livro impresso, via concurso, em duas ou três editoras. Meu primeiro conto publicado em livro impresso via concurso foi “O homem que grita”, nos anos 60, num concurso do apresentador de TV Flávio Cavalcanti, “A grande chance na literatura”. Em 2005 publiquei 5 crônicas no jornal eletrônico de esquerda Carta Maior. Hoje sou aposentado, escrevo, tenho material que dá para publicar pelo menos uns 200 livros, todos inéditos e faço música popular brasileira. Tom Azevedo.

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