Há corpos que carregam mapas invisíveis.
Em A Cartografia do Âmago, Pedro Costa escreve a partir das fissuras. Cada poema nasce de um território íntimo onde desejo, disforia, solidão e amor se entrelaçam como cicatrizes que ainda respiram.
Dividido em movimentos que percorrem a carne, o afeto e o silêncio após o colapso, o livro atravessa experiências de identidade, passabilidade, violência emocional, abandono e permanência. Não há romantização da dor. Há lucidez. Há memória. Há a tentativa de sustentar o próprio nome quando o mundo insiste em apagá-lo.
A escrita é confessional sem ser indulgente. Melancólica sem ser frágil. Os versos expõem o corpo como território de conflito e o amor como promessa que, muitas vezes, fere antes de acolher.
Este é um livro sobre continuar existindo quando tudo pede desistência. Sobre aprender a habitar o vazio sem negar a própria intensidade. Sobre sentir em demasia e, ainda assim, permanecer.
Não se trata de superação. Trata-se de permanência.
Para leitores que encontram na poesia um espelho honesto e para quem sabe que alguns silêncios dizem mais do que qualquer explicação.
| ISBN | 9786501936963 |
| Número de páginas | 69 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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