Há histórias que permanecem na lembrança de uma casa muito depois que seus documentos se dispersam. Gestos à mesa, modos de viver o luto e relatos ouvidos na infância podem guardar ecos de experiências que atravessaram gerações — ainda que seu sentido tenha mudado com o tempo.
Neste volume, Demilson Fernandes investiga costumes associados a cristãos-novos no Brasil e os confronta com processos inquisitoriais, memória oral e estudos historiográficos. A pesquisa examina tanto o que as fontes permitem conhecer quanto os silêncios e as acusações que moldaram esses registros.
Entre a saudade do que foi transmitido e o rigor necessário para compreender o passado, a obra convida o leitor a refletir sobre perseguição, pertencimento e herança cultural. Uma leitura sobre as marcas que a história deixa nas famílias — e sobre o cuidado necessário para interpretá-las. Educação Cívica, Cultura Popular, Civilização, Biblioteca E Ciência Da Informação, Literatura Nacional, Educação, Crítica Literária
| Número de páginas | 82 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Colorido |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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