O Egito aparece neste volume como uma sociedade de tradições religiosas próprias e como cenário da memória de libertação de Israel. A leitura acompanha Moisés, o confronto com o faraó, as pragas, a páscoa, a travessia e as normas do deserto. O Deus que ouve o sofrimento também assume papéis de guerreiro, legislador e interlocutor da comunidade. Ao examinar essas imagens, o livro discute liberdade, violência, mediação e responsabilidade. Narrativa bíblica, debates históricos e recepções posteriores são relacionados com atenção aos limites das evidências e às incertezas da pesquisa. Um convite a investigar o Êxodo e a perguntar como a promessa de libertação orienta a vida, o poder e a justiça.
| Número de páginas | 115 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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